Atribua 0.5% do IRS à Associação Nacional de Futebol de Rua

17/3/2016 | Notícias | | Sem Comentários »

 

Apoie os projetos da ANFR-FUTRUA e faça parte da nossa equipa: Ao preencher o quadro 11 do modelo 3 da declaração de IRS coloque o nosso NIF “508370230” em entidades particulares de solidariedade social.

A consignação de 0,5% do seu IRS não tem custos para o contribuinte, podendo assim ajudar quem mais precisa com um simples gesto.

Pode também contribuir com a dedução de 15% do IVA, prescindindo deste benefício e entregando-o como donativo.

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Como?
Basta colocar um X no Campo 1101 do Quadro 11 do Modelo 3 (novo campo/quadro de preenchimento) – “CONSIGNAÇÃO DE 0,5% DO IRS/CONSIGNAÇÃO DO BENEFÍCIO DE 15% DO IVA SUPORTADO” – Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Coletivas de Utilidade Pública” e o Nº de contribuinte da ANFR-Futrua: 508370230 na sua declaração do IRS. Pode igualmente contribuir com a dedução de 15% do IVA, prescindindo deste benefício e entregando-o como donativo.

Recebo menos na minha devolução do IRS?
NÃO
. Não tem qualquer custo ou prejuízo para si. O valor de 0.5% é retirado ao valor total que o Estado recebe.

O que significa consignar 0.5% do IRS a favor da ANFR-FUTRUA?
Significa que pode decidir o destino de 0.5% do seu IRS para melhorar a qualidade de vida dos carnidenses, e sobretudo das crianças e jovens do Bairro Padre Cruz.

Qual é o Nº de contribuinte (NIPC) da ANFR-FUTRUA?
É o 508370230.

O que tem a ganhar ao destinar 0.5% do IRS à ANFR-FUTRUA?
Por um lado, pode decidir o destino de parte dos seus impostos e por outro lado está a permitir que a ANFR-FUTRUA prossiga com os seus projetos de educação não formal e desenvolvimento comunitário.

Legislação
A Lei n.º 16/2001 de 22 de Junho refere no n.º 4 do artigo 32.º o seguinte: “Uma quota equivalente a 0,5% do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, liquidado com base nas declarações anuais, pode ser destinada pelo contribuinte, para fins religiosos ou de beneficência, a uma igreja ou comunidade religiosa radicada no País, que indicará na declaração de rendimentos, desde que essa igreja ou comunidade religiosa tenha requerido o benefício fiscal.” O n.º 6 do mesmo artigo acrescenta que: “O contribuinte que não use a faculdade prevista no n.º 4 pode fazer uma consignação fiscal equivalente a favor de uma pessoa colectiva de utilidade pública de fins de beneficência ou de assistência ou humanitários ou de uma instituição particular de solidariedade social, que indicará na sua declaração de rendimentos.”

 



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